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Na quinta-feira, a China apresentou dados da exportação e importação para janeiro que surpreendentemente excedeu as expectativas, embora para resumir os analistas vejam fraqueza comercial.

Os números da alfandega do país mostraram que as exportações denominadas em dólar do mês passado cresceram 9,1% em relação ao ano anterior, desafiando as previsões de um declínio de 3,2 e recuperando-se de uma queda de 4,4 de dezembro.

As importações estavam menores 1,5%, mas ainda assim ficou melhor do que as estimativas dos economistas de uma queda de 10% e encolhendo da queda de 7,6 % registrada em dezembro.

O que deixou a China com um superávit comercial total de US$ 39,16 bilhões em janeiro, que facilmente superou o esperado US$ 33,5 bilhões, embora fosse abaixo do superávit comercial de dezembro de US$ 57,06 bilhões.

O superávit comercial do país com os EUA diminuiu para US$ 27,3 bilhões no mês passado, em relação aos US$ 29,87 bilhões em dezembro. Que é o nível mais baixo desde maio de 2018, o relatório de quinta-feira mostrou.

Sustentabilidade Fugaz

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Embora os dados tenham dado boas notícias, os números da segunda maior economia do mundo do início do ano deverão ser tratados com cautela devido as distorções comerciais desencadeadas pelo período do feriado público de Ano Novo Lunar, de acordo com os analistas.

Antes do Ano Novo chinês, que começou em 4 de fevereiro, várias empresas adiantaram entregas ou reabasteceram seus estoques de matéria-prima.  

O estrategista de capital da Ásia, Mixo Das, disse que não iria ler muito em um único ponto de dados, especialmente com a presença de tais distorções como o feriado nacional, tendências cíclicas e mudanças estruturais em curso.

Das ainda espera que a economia da China hesitará no primeiro semestre de 2019, embora os economistas tenham dados amplos sinais de exportações mais fracas no início deste ano.

A economia do país expandiu em ritmo lento de 6,6% em 2018 devido aos custos de empréstimos crescentes e uma crise nos empréstimos mais arriscados que deteriorou capital de companhias privadas e menores e limitou o investimento.

 

Claramente, os números surpreenderam de forma positiva o mercado, mas dada da desaceleração de(leituras fabris) globais e dados comerciais coreanos fracos, pode ser precipitado concluir que a perspectiva comercial tenha melhorado somente com base no número de janeiro, o economista da China, Tommy Xie, declarou.

Xie acrescentou que ele suspeita que a recuperação pode ser parcialmente devido ao efeito do Ano Novo Lunar uma vez que 2019 está ligeiramente mais cedo se comparado com o ano passado.

As encomendas fabris do exterior recuaram por meses e os armazéns nos EUA estão completamente cheios com produtos chineses que os varejistas armazenaram em 2018 em preparação às tarifas adicionais dos EUA.

O comércio também tem perdido ímpeto mundial em meio ao crescente protecionismo e uma desaceleração em algumas economias principais, particularmente na Europa.

O relatório de quinta-feira chega enquanto autoridades dos EUA e da China estão comprometidos com uma nova rodada de negociações comerciais em Pequim esta semana visando estabelecer um acordo.

As duas maiores economias do mundo estão tentando fechar um acordo comercial ante do prazo de 1 de março quando as tarifas dos EUA em US$ 200 bilhões de importações chinesas estão definidas para avançarem acentuadamente de 10% para 25% se nenhum acordo for fechado por eles.

Com base nos sinais positivos relativos as negociações comerciais dos EUA e China, o chefe econômico da Ásia, Louis Kujis, disse que eles acham provável que mais aumento das tarifas serão suspensas.

Um acordo e uma suspensão prolongada das tarifas seriam uma vantagem óbvia e implicaria um risco ascendente para o crescimento das exportações e da economia da China em geral, acrescentou Kujis.

 

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