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A Samsung Electronics ampliou a aquisição local de software na Índia enquanto tenta retomar a liderança no mercado em crescimento do país em relação ao oponente chinês de baixo custo, Xiaomi.

Recentemente a Samsung firmou um contrato com o desenvolvedor de software indiano, Indus OS, para permitir que sua Galaxy Apps store comporte línguas de lugares diferentes.

O fabricante de smartphone, que abriu em julho o quer seria maior fábrica de celulares do mundo nas fronteiras de Nova Déli, parece ter aproximadamente dobrado o número de smartphones que fábrica na Índia de 120 milhões no ano à 689 até 2020. O contrato da Indus dá um benefício em relação aos rivais como Xiaomi e Vivo, que ainda tem que introduzir apps em línguas locais.

A expansão da produção busca “a demanda crescendo rápido no mercado de smartphone da Índia como também o aumento das exportações para mercados no exterior.” A Samsung disse em uma declaração.

O sistema operacional básico da Indus permite que os clientes rurais dos aplicativos de download dos telefones Samsung Galaxy sem fazer login com um endereço de e-mail, o qual vários deles não têm.

“Com um surto no número de usuários de cidades menores, nós prevemos um enorme crescimento na demanda para a economia nacional do aplicativo,” disse Sanjay Razdan, diretor sênior na Samsung Índia, acrescentando que o feedback do cliente levou à medida de suportar mais línguas.

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Empresas incluindo Xiaomi, Oppo, Vivo e Apple, fabricam agora telefones na Índia mas ainda têm que fazer um enorme investimento local na produção de peças significantes como os painéis de display e baterias. A maioria das peças para seus telefones ainda são importadas.

“As operações indianas dos fabricantes de smartphone estão mudando agora para processos mais valiosos das montagens básicas,” disse Tarun Pathak, diretor associado na Counterpoint Research. “Embora nós estejamos bem atrás da China em termos de fabricação de celulares, a adição de valor na Índia aumentou para 17% em 2018 em relação aos 5,6% em 2016,” disse ele.

 

De acordo com a empresa de pesquisa, a Xiaomi assegurou uma fatia de 28,9% do mercado de smartphone indiano em 2018, deixando 22,4% para a Samsung e 10% para a Vivo. A Samsung que dominou o mercado indiano por alguns anos, perdeu sua liderança para a Xiaomi no ano passado.

Em fevereiro a Samsung lançou uma nova linha de smartphones acessíveis para a Índia chamada de Galaxy M. Com um custo entre 10.000 rupees (US$ 145) e 20.000 rupees, os smartphones são colocados como correntes para os aparelhos da Xiaomi. Os espectadores do mercado dizem que isto mostra que a Sammsung leva a sério os preços como uma maneira para ganhar de volta a participação de mercado.

Enquanto isto, a Índia está tentando elevar a fabricação local taxando os impostos de importação nas peças como carregadores, headphones e baterias de telefones.

Os analistas dizem que a base de fornecimento na Índia ainda está se desenvolvendo e ainda levará muito tempo antes de as empresas considerarem depender dos fabricantes indianos em detrimento de companhias locais dos fabricantes internacionais.

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