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As ações asiáticas subiram pela terceira sessão consecutiva nesta terça conforme expectativas por ganhos corporativos positivos apoiaram Wall Street. Enquanto isso, um número renúncias de alto-perfil do governo britânico manteve a libra contida.

 

O maior índice MSCI de ações da Ásia-Pacífico, excluindo o Japão, ganhou 0,4% durante o início da sessão. Isso somado ao aumento de 1,3% registrado na segunda.

 

A Nikkei, do Japão, subiu aproximadamente 1%, enquanto A Coreia do Sul saltou 0,5%. Os futures da S&P 500 e-mini ficara estáveis em 0,2%.

 

As ações chinesas ficaram um pouco mais amenas. As blue chips de Shangai ganharam 0,2% depois de terem aumentado 2,8% na segunda, registrando seu maior aumento diário desde agosto de 2016.

 

Tanto a Dow quanto a S&P 500 registraram seus maiores ganhos em mais de um mês durante a noite. As ações dos bancos aumentaram frente ao relatório de lucros no final da semana. O índice dos bancos do S&P registrou seu maior aumento desde 26 março.

 

O Dow ganhou 1,31%. O S&P 500 saltou 0,88%, enquanto a Nasdaq subiu 0,88%.

 

“Muitos investidores estão focando na temporada de ganhos do segundo trimestre, que inicia nesta sexta... para ver como a ameaça comercial está afetando as companhias,” declarou James McGlew, analista da empresa de corretagem Argonaut, sediada em Perth.

 

Os investidores têm estado agitados recentemente, uma vez que Estados Unidos e China aplicaram tarifas sobre as exportações de cada um. Isto estimulou os receios de que o crescimento global irá desacelerar, uma vez que commodities e ações também são prejudicadas.

 

Enquanto isso, problemas políticos irritaram Londres.

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A primeira ministra das relações exteriores, Theresa May, e o negociador do Brexit, renunciaram nessa segunda como uma forma de protesto em seus planos de manter laços comerciais com a União Europeia depois da saída da Inglaterra do bloco. Isso também causou uma rebelião entre suas fileiras.

 

O ministro das relações exteriores, Boris Johnson, renunciou apenas algumas horas após a renúncia do ministro Brexit, David Davis. Isso, por sua vez, obrigou algumas pessoas em seu Partido Conservador a criar uma trama para destituí-la.

 

A incerteza política fez com que a libra esterlina chegasse a US$ 1,3189 em um estágio, antes de se recuperar de US$ 1,3254. A última queda foi de US$ 1,3248, ou 0,1%.

 

Os mercados ainda gravitam em torno de acreditar que o Banco da Inglaterra aumentará as taxas em agosto, embora uma crise política plena possa mudar isso.

 

"O risco político aumentado em casa, juntamente com a incerteza do Brexit, pode levar o BOE a adiar repetidamente a normalização da política monetária em 2018", afirmou Lukman Otunuga, que é analista de pesquisa do corretor FXTM.

 

"Se as expectativas continuarem a diminuir sobre o banco central, aumentando as taxas de juros do Reino Unido, a libra esterlina corre o risco de sofrer pesadas perdas", acrescentou.

 

Por outro lado, a queda da libra significou uma recuperação do dólar norte-americano, na expectativa de que o Federal Reserve continue aumentando suas taxas de juros.

 

O índice do dólar, que mede a força do dólar norte-americano em comparação com uma cesta de seis outras moedas importantes, recuperou para 94,083 de uma baixa de 93,713. O dólar dos EUA aumentou para 111,01 ienes, de uma baixa de 110,30.

 

O euro estava de volta a US$ 1.1755, tendo terminado com uma liquidação no pico de US$ 1.1790 durante a semana.

 

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