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O gestor de ativos, BlackRock Inc, continuará dirigindo suas operações europeias e sua sede regional no Reino Unido após o Brexit, realocando apenas alguns postos de trabalho para escritórios ampliados na Holanda e França.

Um memorando para a equipe de funcionários, confirmado pela Blackrock na quarta-feira, afirmou que a companhia planeja duas mudanças importantes em sua estrutura. A primeira será vista no seu escritório da Holanda que terá um papel maior tornando-se a principal divisão legal para a maioria dos negócios efetuados pelos clientes na União Europeia (UE).

A segunda, confirmada em setembro, será vista na expansão do seu escritório em Paris para se tornar a principal unidade para investimentos alternativos chamados soc, como o imobiliário e de infraestrutura.

De acordo com o memorando, a BlackRock vem se preparando para os impactos operacionais, legais e estratégicos do Brexit por vários anos. Nesta fase, apenas pouquíssimas funções serão afetadas por seus planos de ampliar as permissões regulatórias para entidades existentes na Europa Continental.

Budapeste está definida para se tornar o maior escritório europeu da BlackBlock uma vez que a Grã-Bretanha deixar o bloco, acomodando cerca de 450 funcionários, focando principalmente em tecnologia e funções de back-office.

Uma fonte com conhecimento no assunto disse que as mudanças totais fora do Reino Unido nos próximos anos seriam mínimas, com o escritório da Holanda tendo outras 10 a 20 pessoas como resultado de realocações e contratações locais na unidade de risco e legal.

O escritório de Paris, que tem atualmente 40 funcionários, principalmente de vendas, dobraria para aproximadamente 80 pessoas durante este período, mas uma grande parte da equipe de funcionários seria contratada localmente, a fonte acrescentou.

As ações da BlackRock ganharam 0,03% para US$ 387,60 na negociação after-hours na quarta-feira.

Finalizando os Planos Pós-Brexit

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A decisão da BlackRock chega como uma boa notícia para o governo de Londres e da Primeira-Ministra Theresa May uma vez que a saída em março de 2019 do país da UE e o fim das discussões sobre um acordo de saída entre o Reino Unido e a Alemanha aproxima-se.

O comprometimento da empresa baseada em Nova York significa que ainda terá três vezes mais funcionários na Grã-Bretanha do que em todos os 27 países da UE restantes combinados. O maior gestor de ativos do mundo tem atualmente 3.000 funcionários no Reino Unido e administra cerca de US$ 6,3 trilhões à nível mundial.

BlackRock tem estado entre as companhias de serviços financeiros mais rentáveis a verificar seus planos do Brexit.

Muitas ainda são esperadas para anuncia-los nas próximas semanas, enquanto a maioria espera um possível colapso nas negociações se garantias sobre atividade particulares além das fronteiras não forem fornecidas até 1 de dezembro.

BlackRock, entretanto, parecia manter a possibilidade de mais mudanças de funcionários dependendo de como as negociações e as leis regulatórias pós-Brexit mudem.

O memorando afirmou que ainda há muita incerteza política e regulatória no horizonte, a empresa continua flexível e continua a monitorar todos os desenvolvimentos bem de perto, BlackRock prometeu também fazer atualizações, de acordo com o memo.

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