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Os responsáveis pela criação das políticas da Reserva Federal disseram em um recente encontro que preveem uma economia mais forte assim como uma inflação mais alta nos próximos meses, um progresso que poderia influenciar como eles caminhariam com as taxas de juros nos próximos anos.

Atas da reunião de políticas 20-21 de março do Comitê Federal de Mercado Aberto mostraram que todos os participantes estavam confiantes de que a economia e inflação melhorarão de forma que justificaria aumentos graduais futuros na taxa dos fundos federais.

 

Fed Prevê Mais Aumentos de Juros para Conter Inflação

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O intervalo da meta do Fed para sua taxa de empréstimo está atualmente entre 1,5 e 1,75%, embora alguns membros se mostraram preocupados e acreditam que seria melhor ter mais provas de que a inflação estava movendo-se em direção a meta de 2% do banco central.

 

O aumento foi a sexta mudança de um quarto de ponto percentual desde que o banco central começou a apertar a política em dezembro de 2015.

 

A taxa de inflação está atualmente em 1,6% e ficou aquém da meta de 2%, definida por seis anos, mas muitos indicadores sugerem pressões por preços maiores futuramente.

 

O presidente da Reserva Federal, Jerome Powell, declarou semana passada que a instituição provavelmente precisará continuar a aumentar as taxas de juros este ano para conter a inflação.

O banco espera mais dois aumentos em 2018, mas as previsões trimestrais do último encontro mostraram que maioria dos representantes favorecem outros três aumentos neste ano. O comércio também antecipa o aumento de juros em junho e possivelmente em setembro.

 

Comerciantes veem 90% de chance de um aumento da taxa em junho, enquanto eles definem em quase 75% a chance de um terceiro aumento da taxa em dezembro. Espera-se que a Reserva Federal mantenha as taxas até seu próximo encontro nos dias 1 e 2 de maio.

 

Fed Prevê Economia Americana Mais Forte

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Em meio ao aumento da taxa vieram correções positivas da previsão do Comitê Federal de Mercado Aberto para o crescimento do PIB americano (GDP). A reserva espera agora que o GDP aumente em 2,7% em 2018 e 2,4% em 2019, que são previsões maiores que as anteriores, respectivamente estimadas, no mês dezembro, em 2,5% e 2,1%.

 

Os formuladores da política do Fed preveem também grandes lucros na produção industrial, assim como a manufatura e serviços, durante o primeiro semestre do ano, enquanto espera-se que os gastos do consumidor diminuam por causa dos fatores a curto prazo.

 

Somado a isso, representantes acreditam que o pacote de corte do imposto de renda em US$ 1,5 trilhão, com as contas de gastos de US$ 1,3 trilhão, daria um impulso.

 

Além disso, membros do comitê esperam um impulso adicional de uma economia na qual o mercado de trabalho está apertando, o dólar em queda, dos estímulos de um corte de impostos de US$ 1,5 trilhão, e de maiores gastos do governo que ainda afetam a economia.

 

O núcleo do índice de preço ao consumidor subiu em 2,1% na quarta em uma base recente em março, marcando sua maior alta desde fevereiro de 2017, após ganhar 1,8% durante o mesmo mês.

 

Única exceção para a perspectiva otimista, contudo, foi o risco de uma guerra comercial em larga escala. O vai e volta das tarifas sobre dezenas de bilhões de dólares entre EUA e China tornou-se um problema em potencial para o Fed, dado sua capacidade de pôr em perigo o crescimento dos EUA e aumentar os preços aos consumidores.

 

As tensões entre os dois países desconcertaram os mercados financeiros, os negócios americanos, e comunidades de investimento sobre o possível impacto para uma expansão global.

 

As atas declararam que os representantes não viam as tarifas como tendo um efeito significante na perspectiva da economia, mas consideraram ações comerciais retaliatórias e outros fatores relacionados a políticas comerciais como uma fraqueza para a economia dos EUA.

 

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